"Se nada é eterno, o que eu faço com isso que eu não esqueço?"

                                                   Pôr-do-sol em Prainha Missal-PR.  
            
   Olá, leitores perdidos na internet. Venho por deste recurso, há séculos não utilizado unicamente para fins pessoais, para postar rascunhos de minhas memórias significativas. O propósito inicial da criação deste espaço era apenas para depositar os pensamentos que, vez por outra, surgem, mas não sei bem onde guardá-los. São pensamentos aleatórios, porém com um peso tão grande, que gostaria de revisitá-los quando tudo parece não ter nenhum sentido. Chorão tinha a habilidade de fazer histórias tristes virarem melodia; já eu costumo devanear acerca dos acontecimentos e transformá-los em afetos ativos, porque, no final, tudo se resume a isso: memórias afetivas. 
   É para isto que escrevo, que fotografo, que crio narrativas: para eternizar momentos cujas histórias são recheadas de aprendizado, simbologias, reflexões, paixões e muita nostalgia. São os vestígios de quem passou por mim e que me tocaram de alguma forma, com os quais há muito tempo eu não sabia o que fazer. Bom, se você caiu de paraquedas por aqui e por acaso se interessa por reflexões, viagens e filosofia, escolha um cantinho confortável e aprecie a leitura. Sejam bem-vindos ao
                                                                                                                               Eyes never lie.                                                                                                                                                          


             

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